Quarta parada: Polônia
Olhem a "coincidência"! No sábado o Liverpool tinha um amistoso marcado justamente contra o Wisla Krakow, time de Cracóvia! Ficou claro porque o Erik tinha tanta vontade de visitar a cidade!
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Saímos de Praga no sábado de manhã e dirigimos durante pouco mais de 6 horas para chegar a Cracóvia. Ignoramos os limites de velocidade da estrada, pois, afinal de contas, o Liverpool é mais importante do que a nossa segurança no trânsito. Chegamos ao hotel 10 minutos antes do jogo, então Erik e Simen saíram correndo para perguntar onde era o estádio. Surpresa! O jogo realmente era contra o time de Cracóvia, mas em um estádio na Alemanha!
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Felizmente, esta foi a única decepção durante nossa estadia em Cracóvia. O tempo estava maravilhoso, a cidade é um charme, as pessoas são simpáticas e os preços são baixíssimos! Valeu a pena conhecer. Obrigada, Liverpool!
Principal local de permuta no século XV. Fica na Praça Principal do Comércio, na Cidade Antiga. O centro histórico de Cracóvia, que inclui a Cidade Antiga, está na lista de Patrimônios Mundiais da UNESCO.
Rio Vístula visto do Morro Wawel, onde ficam a Catedral Wawel e o Castelo Real (Cracóvia já foi a capital da Polônia).
Em frente à Catedral Wawel. Simen com pose de Romário, como ele costuma falar.
Catedral por outro ângulo.
Lídia, Simen e um menino que resolveu estragar a foto romântica do casal.
João Paulo II nasceu a 50km de Cracóvia, mas morou na cidade durante 16 anos. Simen e eu não podíamos deixar de homenagear nosso João de Deus, o Papa tricolor."Se Deus é brasileiro, o Papa é carioca." - João Paulo II
Lídia e Simen em frente à Basílica de Santa Maria, na Praça Principal do Comércio.
Momento preferido I do Simen: cerveja grátis! Ou em polonês, "piwo gratis"!
Momento preferido II do Simen: comprou uma Kalashnikov (arma russa) cheia de vodka. Ainda veio com uma granada!.
Sad but true
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A 80km de Cracóvia visitamos um lugar cheio de turistas, mas vazio de alegria. Não se ouve voz alta, não se vê um sorriso, nem para posar pra fotos. Este lugar é Auschwitz, o maior campo de concentração nazista. Todos já ouviram falar, mas ninguém gostaria que ele tivesse existido.
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Havia três Auschwitz. O primeiro foi construído em 1940, após a Alemanha invadir a Polônia. Auschwitz II foi construído no ano seguinte e tornou-se o maior e mais devastador de todos os campos de concentração do mundo. Em 1943 surgiu Auschwitz III.
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Cerca de 1,5 milhão de judeus, homossexuais, ciganos e outras "raças" consideradas inferiores pelos nazistas perderam a vida em Auschwitz. Morreram de fome, de dor, de doenças ou sufocados pelo Zyklon B que saía das terríveis câmaras de gás.
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Auschwitz I e Auschwitz II viraram museu. A visita é interessante, mas muito pesada e, principalmente, impossível de esquecer. Resolvi tirar as fotos em preto e branco porque é assim que eu vejo Auschwitz: um lugar sem cores.
Portão de Auschwitz I. Todos os campos de concentração exibiam a mesma frase na entrada: "Arbeit match frei", o que em alemão significa "O trabalho liberta o homem."
Havia vários blocos que serviam como dormitório, administração etc.
O bloco 11 era o bloco do terror, onde havia prisões para quem tentava escapar do campo e onde o famoso Dr. Joseph Mengele fazia experiências médicas com os prisioneiros, principalmente gêmeos e mulheres. Aconselho que leiam o livro/vejam o filme "Meninos do Brasil".
Entrada das câmaras de gás e crematório. As pessoas achavam que iriam apenas tomar banho...
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Quinta parada: de volta à Suécia
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Para terminar o post de forma alegre, seguem fotos dos últimos dias da viagem, em Gotemburgo, onde o Erik morou durante 14 anos.
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Sempre bom rever os amigos.
Adoro jogar kubbs, principalmente no Parque Slottskogen..
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Finalmente acabaram as fotos da viagem. As próximas também serão especiais, já que minha mãe está aqui desde terça-feira. Amanhã chega a tia Márcia, mãe da minha amiga Cissa. Na quinta-feira chegam Juju e o namorado, Enrico. Casa cheia!!!
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Beijos enormes.
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