Mas por enquanto o assunto ainda é Suécia.
De quarta a domingo ficamos na casa de um outro casal escandinavo-latino: Janne (sueco) e Adriana (mexicana). Essa segunda parte da viagem envolveu menos crianças e mais álcool.
Pergunta rápida: quantas marcas de cerveja existem no mundo? Chuta. Eu não faço idéia, mas se você quiser conhecer mais de 2000 delas, vá ao bar Delirium Tremens, em Gotemburgo.
É verdade, esse bar tem cerveja do mundo inteiro. Do Brasil havia quatro: Brahma (que é fácil encontrar na Suécia), Brahma Light, Lokal e a "famosa" Samba do Brasil (???).
Mas o legal é experimentar cervejas "exóticas". O difícil é escolher entre tantas. Na primeira rodada, o Erik tomou a Owusu Dark, de Benin, o Janne tomou uma cerveja impronunciável da Rússia e eu tomei a egípcia Pharaonen. Erik achou que acertou na escolha quando a cerveja chegou e ele leu no rótulo: GOOD FOR LOVE MAKERS.
Finalmente, no sábado fomos à festa de aniversário de uma amiga do Erik. Tirando o fato de que foi a noite mais fria do verão (10 graus) e estávamos sentados no jardim, a festa foi ótima. Com direito até a cachaça!



















