sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Beautiful Days

Quem acompanha o blog sabe que no verão passado passeamos de carro por alguns países da Europa em companhia do Simen e da Lidia. Este ano nós quatro fizemos um upgrade e viajamos de avião mesmo. Quatro dias em Budapeste e cinco em Dublin, onde encontramos Vanessa e Armand (além de Bono, Edge, Adam e Larry, mas isso é outra história...).

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O paraíso dos SPAs
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Qualquer hotel meia-bomba em Budapeste é um SPA & Resort, oferecendo massagens, piscinas térmicas, centro de estética etc. Assim, dos quatro dias que passamos na cidade, tiramos um pra conhecer Buda, um pra conhecer Peste e outros dois para passar na beira da piscina do hotel tomando sol (e no meu caso, recebendo massagem, claro!).



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Budapeste é considerada uma das cidades mais bonitas da Europa e eu não estou aqui para discordar disso. Achei a cidade parecida com Praga, o que é um tremendo elogio, pois a capital tcheca é belíssima.
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Mesmo assim, tenho que confessar que nossa primeira caminhada na cidade foi uma decepção. Localizei no mapa uma tal de Copacabana Beach, que ficava a cinco minutos do hotel. Óbvio que quis conhecer! Devia ter desconfiado quando o staff do hotel me olhou estranho quando perguntei como chegava a Copacabana. Ninguém conhecia o tal lugar. Quando enfim chegamos, Copacabana Beach era apenas uma boate local.



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Buda e Peste eram duas cidades até 1873, quando se juntaram para formar Budapeste. A cidade é cortada pelo Rio Danúbio (que devia ser azul quando Strauss compôs a valsa, mas que hoje em dia está mais pro marrom, no máximo um bege).
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Em Peste com vista pra Buda.


Em Buda com vista pra Peste.


Parlamento húngaro, em Peste. Lindíssimo.


Castelo de Buda


Descobrimos um restaurante brasileiro em Peste e resolvemos matar a saudade. Por favor notem o que o casamento (ou será a picanha?) faz com uma pessoa. Meu marido não tinha esta barriga quando era meu namorado.
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Esta é, provavelmente, minha foto preferida de toda a viagem (ou pelo menos a mais comentada).


Lidia fingindo que não sabe que eu estou batendo foto dela. Pausa para comer goulash, o prato tradicional da Hungria. Basicamente uma sopa de carne, legumes e pimentão. Foi gostoso, mas o goulash que o Erik prepara é bem mais saboroso! É por essas e outras que ele está com uns quilinhos a mais.
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Mas o que eu achei mais interessante foi que, além de livro do Chico Buarque, Budapeste é também onde fica o segundo estádio de futebol na Europa a receber iluminação. Informação importantíssima passada por um orgulhoso taxista. A não ser que um de vocês tenha pegado o mesmo taxi que eu, duvido que soubessem desse fato!
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Aproveitei que o motorista era culto para perguntar se o idioma húngaro, que eles chamam de magyar, era parecido com o tcheco. Aprendi que magyar não é parecido com nada. Pensando bem, quem sou eu para achar que entendo do assunto? Só porque não entendi bulhufas dos dois não significa que haja uma conexão entre eles! Mas uma dica para quem vai à Hungria: "obrigado" é "köszönöm", mas basta falar "qual seu nome" bem rápido que todo mundo entende.
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O paraíso da Mariana
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Dublin na semana em que o U2 vai tocar na cidade é a minha idéia de paraíso. Todos os pubs tocam U2. Todos os pubs! E olhem que, como disse o simpático taxista que nos buscou no aeroporto, cada segunda parede em Dublin é um pub.
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Aliás, que povo simpático esse tal de irlandês! Talvez seja o efeito de 250 anos bebendo Guinness, talvez seja minha empolgação por finalmente visitar o país, mas eu adorei todo mundo.


Prova do bom-humor irlandês (espero que seja mesmo apenas piada!).


Até as estátuas são simpáticas!


Povo simpático e caridoso.

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Mas de volta ao U2. O fab-four irlandês está por toda parte em Dublin.


Parede da fama de Dublin. De quem será a maior foto?


No Hard Rock Cafe, óculos que Bono usou no clip de Beautiful Day e letra da música Please escrita à mão por ele.


Fãs do U2, bem-vindos ao Temple Bar, região turística onde todas as paredes são pub.
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Mas tudo bem, admito. Irlanda é principalmente, mas não APENAS U2. Outro símbolo do país é a cerveja Guinness. Se todos os pubs de Dublin tocam U2, podem também ter certeza de que todos servem Guinness. Apesar de um pouco amarga, é uma cerveja gostosa. Além disso, é super divertido beber Guinness!


Beba Guinness e ganhe um bigode (ou uma meleca, né, Erik?).


Um dos muuuitos pit-stops para recarregar a bateria.
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Realmente pub é o que não falta em Dublin. Mas o que eu não esperava encontrar era um pub que um dia foi uma igreja! "The Church" parece mais um bar do que um tradicional pub, mas é bem interessante. Foi nessa igreja, inclusive, onde casou-se Arthur Guinness, o fundador da cervejaria.


Dentro da igreja, quer dizer, do pub.


Comemoramos o aniversário do Simen à meia-noite no Temple Bar.


Cortem a Guinness destas meninas! Mas convenhamos, quem teve a idéia de colocar um cavalo no meio de um pub? É pedir pra bêbado montar, né!



Num dos raros momentos em que não tocava U2 no pub, Lidia e Vanessa deram um show de animação e dançaram ao som de Whiskey in the Jar. Morro de rir assistindo ao vídeo.
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Um local muito visitado por turistas em Dublin é a Catedral de São Patrício, padroeiro da Irlanda (essa ainda não virou pub!).
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Mas O local mais visitado por turistas em toda a Irlanda tinha mesmo que ser a cervejaria Guinness. Realmente o lugar é muito legal, mesmo para quem não gosta da cerveja. São sete andares que contam a história da Guinness de uma maneira interativa e interessante.






Adorei a parte que mostra a publicidade da Guinness. Fala também sobre a história do livro de recordes Guinness.


Os meninos também se divertiram.


No último andar fica o Gravity Bar, onde todos recebem uma Guinness de cortesia.


Mas de volta ao U2. Da vista panorâmica do Gravity Bar dava pra ver o Croke Park, estádio onde a banda tocou. O arco-íris é apenas um detalhe.


Praia em Killiney, onde mora o cidadão mais importante da Irlanda. Preciso dizer quem é?.



A casa do homem. Minhas queridas amigas Vanessa e Lidia viraram groupies por um dia e me acompanharam no passeio.


Até tentamos um contato mais próximo, mas não foi desta vez.


Os portões se abriram, mas era apenas um dos seguranças. Realmente não foi desta vez.




Será que o Bono limpa as necessidades de seus pastores-alemães, Fanny e Angel?


Finalmente! Momento super aguardado! Já havia ido a seis shows, mas U2 em Dublin era um sonho antigo.


Aí está ele! Desfocado, mas tudo bem. O importante é que fique gravado na memória.

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Viagem a Dublin foi fechada com chave de ouro! Agora é "see u(2) in Sweden"! :)


Resumo da viagem: oito dias, doze cervejas diferentes. Nada mal.
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Queridos vizinhos
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Depois de um dia de descanso voltamos para a estrada, desta vez sozinhos. Passamos uma semana em uma de nossas cidades preferidas, que já esteve presente no blog: Gotemburgo, na Suécia.

Um dos muitos amigos que revimos foi o Mattias, que também já esteve presente no blog. Há dois anos mostrei a filhinha dele, agora mostro o fofo do Max, que eu ainda não havia conhecido.

Uma fofura!

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O Mattias estava com o Erik no Rio em janeiro de 2002. Uma amiga minha, Joanna "Foffy", começou a conversar com ele na praia porque ele estava vestindo a camisa da Suécia, país que eu havia visitado seis meses antes. Resumindo, foi assim que conheci o Erik. Devemos muito ao Mattias e à Foffy.
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Por isso fiquei super emocionada (cheguei a chorar) quando Mattias e Mia nos deram nosso presente de casamento: a camisa que o Mattias estava usando naquele dia.
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Não é romântico? Penduramos a camisa no nosso quarto.
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Mas voltando ao U2! Sim, eles estavam na Suécia. E sim, nós fomos a dois shows! Inclusive, recebemos os ingressos do show de sábado como presente de casamento de uns amigos da Suécia (esses suecos sabem mesmo presentear!).




Até o trânsito parou para o U2! :)


Estádio Ullevi. Olhem a altura do palco! O maior já construído para uma turnê.


Antes do show de sexta fomos ao cinema para assistir ao filme U2 3D. Os óculos 3D são lindos!


Show de sexta, o segundo das minhas férias.


Robin Williams, quer dizer, Bono em um raro momento sem óculos. (Não é apenas charme, os olhos dele são super sensíveis e ele precisa de óculos quase o tempo todo.)


Show de sábado com a suecada. Terceiro show em uma semana!


Final do show. Hej då! ("Tchau" em sueco).
Depois de três shows, adeus U2.
Ou não! ;-)
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Este deve ter sido o post mais longo da história do blog. Desculpem, mas me empolgo quando o assunto é viagem e, principalmente, U2. Espero que tenham gostado.
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Até a próxima!.

sábado, 18 de julho de 2009

Antes da folga, jazz

Entrei de férias! Viajo daqui a algumas horas e passarei 14 dias fora, o que significa que o blog só será atualizado novamente em agosto.
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Espero voltar com muitas novidades e fotos interessantes de Budapeste, Dublin e Gotemburgo. E com maravilhosas memórias de não 1, não 2, mas 3 shows do U2 que verei com o Erik!

Mas por enquanto o blog e eu ainda estamos em Kongsberg. Não podia deixar de postar fotos do maior acontecimento do ano na cidade, o Kongsberg Jazz Festival. Como escrevi no ano passado, o festival acontece sempre na primeira semana de julho, de quarta-feira a sábado.



Este prédio feio é o mais alto de Kongsberg. Ele será demolido em breve, mas este ano foi usado como paredão de escalada e de rappel durante o Jazz. Bem legal.


Desta vez não ficamos só de farra na Rua do Jazz, também assistimos a alguns shows. Na quinta-feira vimos o escocês Jackie Leven acompanhado pelo violinista norueguês Knut Buen.
Adorei o Jackie Leven. Toca muito!


Sexta de Jazz é dia de evento pros funcionários da FMC, patrocinadora do festival. Como no ano passado, jantamos e assistimos a dois shows.


Mas o melhor do festival é mesmo ficar na Rua do Jazz, onde há shows gratuitos e onde todo mundo se encontra.
Notem o visual máquina-zero do Armand (Rei do Boteco).


Quem acha que Erik e Simen estavam sóbrios neste momento?
É, eu também acho que não.


Tirei esta foto porque não é todo dia que se vê esta multidão em Kongsberg. Sim, pro nível da cidade isto é uma multidão.


Showzinho ao ar livre.
São Pedro ajudou bastante e só fez chover durante uma horinha no sábado. O resto do tempo fez um calor fortíssimo.


Todos os anos a irmã do Erik dá uma festa no jardim de casa no sábado de Jazz.
E como em todas as festas que dá, meu cunhado não deixou ninguém ficar de copo vazio.


De volta à Rua do Jazz, encontramos Vanessa e Luisa (e a futura Sofia, na barriga da Luisa).


Encerramos o Jazz Festival assistindo ao show de uma cantora brasileira no Grand Hotel. A qualidade do show foi melhor do que a da foto.


Jazz agora só no ano que vem. A agenda para as próximas semanas está mais voltada pro rock ‘n’ roll. Bono, estou chegando!
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Ainda não fui dormir, mas daqui a duas horas tenho que acordar pra ir pro aeroporto. Ai, ai, já vi que no primeiro dia em Budapeste serei uma zumbi.
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Até agosto!